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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Saudades !!! Rasgando a Manta !!!

Acho que mesmo antes de qualquer descrição de saudades, todos concordaremos que:
1- É triste;
2- Dói para burro;

No meio dos múltiplos significados que forçamente descubro existir em cada simples palavra, tentei me agarrar ao significado dicionarizado e descobri que há diferença entre os dicionários Lusitanos e brasileiros: Pode?

Para os portugueses é sempre uma lembrança grata. Não sei se aqui é bem assim não.

Transcrevo o significado do Aurélio:
"Saudades:
Recordação suave e melancólica de pessoa ausente, local ou coisa distante, que se deseja voltar a ver ou possuir. / Nostalgia. "

Mas por que sente-se saudades?

Amar, Relacionar-se é construção, é unir histórias, tradições diferentes em um esforço de criar algo novo.

A melhor imagem do processo é a tecelagem de uma manta, vamos tecendo algo novo. Cada um vai voluntariamente cedendo uma linha, outra linha, um pedaço de tecido, as vezes um farrapo, e vamos criando uma grande manta, tipo patchwork.

No final, temos algo novo, único, que não pertence a um, nem ao outro, que não é nem um nem outro, mas ao mesmo tempo é os dois, um conjunto.



E onde entra a Saudades?

Saudades é a dor que sentimos quando somos, contra nossa vontade, somos privados de viver ou conviver com a outra parte que construiu a manta. A pessoa é retirada ou se retira, puxa suas partes na colcha. A dor que sentimos são as linhas se quebrando, os tecidos rasgando e os farrapos mostrando toda sua fragilidade.

Os laços e as conexões vão se rompendo pelo passar do tempo ou pela falta de presença do outros. E Quase tudo traz a tona a lembrança do ser querido. Passar pela Avenida do Exército, qualquer das filiais do Koni, seus cachorros lambões, e a carinha nervosa que te explica que tudo que é não é sim é não.

É uma dor fina porque você sente cada linha se quebrar e vive a dor de ver toda aquela manta iniciar a se desmanchar, muitas vezes contra sua vontade. Vê cada boa lembrança que a princípio costurava as partes, não ter força para manter as partes juntas.

Para mim, isso é saudades ...

Há outras questões, que posso escrever depois:
Saudades de tudo que ainda eu não vi;
Há tempo para sentir Saudades?
Porque sentimos saudades de quem não sente saudades de nós?

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Terra Estrangeira: A Reconstrução!!!

O que acontece na Terra Estrangeira quando acaba a guerra?

Meu coração foi, é, continuara sendo Terra Estrangeira, com todas as implicações que isso tenha.

Expulso aqueles que de aliados se tornam invasores, só há uma alternativa: A RECONSTRUÇÃO!!!

Assim fez a Alemanha, o Japão e a Europa como um todo? e as ex-repúblicas soviéticas?

Após a Recontrução, eles se levantaram com vitalidade e energia nunca vistos antes. Hoje o Japão e a Alemanha encontram-se entre as maiores economias do mundo e a Europa um dos melhores lugares para viver.

Primeiro, o povo destruirá todos os simbolos da antiga opressão, cortarão as cabeças das estatuas, depois destruirão as estatuas, farão uma grande fogueira onde jogarão as bandeiras, os livros e todos os simbolos da tristeza anterior, depredarão alguns prédios, ridicularizarão os colaboradores. Então, se darão por satisfeitos.

Depois, se seguira uma fase de reencontro e auto análise. Serão relembrados, reeditados e repedidos muitas vezes os mitos de formação. Criarão uma missão coletiva, um mito civilizatório, algum tipo de ideologia para criar uma adesão e um acordo mínimo. Enfrentarão seus medos ancestrais. Decidiram de onde vêm, para onde vão e quem são. Processo muito saudável, mas não necessariamente público ou explícito.

Os habitantes da Grande Terra Estrangeira começam a dar sinais de que a grande reconstrução se inicia e que o grande boom, o melhor da vida ainda está por vir.

Assim tem sido. Ontem apos anos, levei Cuzco e Laila para passear. A alegria deles era algo contagiante.

Sábado a noite, apos 9 anos voltei a ter crises de alergia, unida a seca severa de Bsb, respirar se torna algo complexo. Ja agendei o Teatro e seguirei a uma roda de leitura, conheci novas bandas, mas como o cuzco, ainda olho ressabiado para os seres humanos.


Tudo que é solido se desmanchara no ar. Assim é a vida. Não há certezas nem manuais. Há indicios e pistas. Algumas coisas saltam aos olhos: Relacionamento é interação e diálogo, por mais chato que isso possa parecer.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Mesmo na Incoerência, há razão para as coisas!

Depois do furacão que movimentou a minha vida desde o início do ano, começo a me equilibrar e me colocar de pé, embora em alguns momentos ainda sinta o chão vacilar.

Nesse último semestre, houve de tudo: traição, decepção, morte, abandono, muito choro e ranger de dentes. Também houve vida, conquistas e realizações inimáginaveis.

Diante de todo esse movimento em ritmo video-clipe, muitas e muitas reflexões foram feitas. Algumas conclusões começam a se delinear. Embora muitos conceitos comecem a ser revistos e as tentativas de contrariar alguns paradigmas se mostrem completamente frustadas, ainda resta a base de ver a vida e entender seus episódios.

Continuo firme em uma convicção:

A vida é uma jornada de aprendizado e auto-conhecimento, para o nosso crescimento.


A partir dai é possível lidar e processar a completa falta de coerência e linearidade dos fatos e das pessoas. No final, tudo para o bem daqueles que amam a Deus!!!

Durante esse periodo de incoerência externa total pixei um azulejo do banheiro com frases de ilustres personalidades com as quais compartilho convicções. Há outras com quem compartilho um entendimento da vida.

Fui questionado nos entendimentos e explicitava meus modelos e paradigmas, lastreando-os na experiência e em modelos claros e públicos (exemplo: Amor em Coríntios). Quando questionei a fundamentação alheia escuto: Ah, porque é assim! ou então silêncio.

Um dia desse me assustei com os resultados paradoxais das coisas. Confesso que por 30 minutos quase cheguei a me desesperar e entrar em pânico.

Então, encontrei um papel, com uma lista de pedidos feitos a Deus em 2005, antes do ocaso completo que foi vale das sombras (09/2006 a 09/2007). Pasmem, de todos os pedidos, apenas um, que vinha acompanhado de (?), na lista original, não se cumpriu.

Bárbaro, não? Se me perguntassem durante o vale de sombras, se havia algum sentido naquilo, eu diria: Claro que não. Deus deve estar com raiva de mim.

Hoje, tenho a convicção de que foi a limpeza para que tudo florecesse. Como floreceu e ainda florece, apesar de todos os sobressaltos e inveja! (Não adianta ter inveja [morte em vida] porque as coisas já não acontecem por mim, mas sim como graças e bençãos de Deus, só por minhas forças, nada teria)

Dessa maneira,concluo que a vida é um fluxo, uma semeadura. Sigo sorrindo, sendo dócil e atencioso (semeando o bem), como fiz a vida toda. Ainda que o mundo me julgue como bobo ou imbecil. Há horas que me sinto um completo estrangeiro (meu coração é terra estrangeira mesmo), o mundo parece governado pelo egoismo e hedonismo, já nao servem para mim.

Tive e tenho meus momentos de pessoa dificil, mas sempre que consciente ou conscientizado das derrapadas, volto e explicitamente peço desculpas. Para tentar manter os relacionamentos sem manchas.

Para cada pessoa que tentamos nos relacionar de forma amorosa há um aprendizado e um resultado. Na minha caminhada, conheci músicas incríveis. Hj uma delas representa meu recomeço.

Para finalizar, um video, Relacionamento Sem Manchas: Texto da Fernanda Young, interpretado por Fernanda Torres e recomendado por Fernando HQ. Haja Fernandos ... Risos. Assistam, vale a pena.

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Há quem ache a Fernanda Young louca, eu a acho genial. No final, parece que eu não sou o único que acha que relacionamento é feito de interação, correções e aparar arestas. Ah, vai sempre existir que prefira encarar o amor como a Maysa Matarazzo! Como diz o título: Ser Feliz é uma escolha!!!

domingo, 8 de agosto de 2010

Por Que Garotos Devem Chorar!

Será que chorar é realmente coisa de mulherzinha?

Chorar é a primeira coisa que temos que fazer ao chegar ao mundo, para que possamos abrir os nossos pulmões e aprender a respirar. Não consigo pensar um limite cultural mais babaca que proibir homens de chorar.

Absurdamente me convenceram disso. Numa daquelas receitas absurdas de como não ser gay. Em 1986, aos 6 anos, parei de chorar, mas não tinha a mínima noção do estrago que estava por acontecer.

Claro que isso, não deu boa coisa. No dia que meu pai morreu, nenhuma lágrima rolou. Enquanto o caixão baixava, não consegui ficar em pé. Que foi isso? Força? Não. Sofrimento completo e absoluto salpicado de insanidade.

Muitos momentos ruins se seguiram e as lágrimas não rolavam, não porque eu não ficasse triste, mas sim, porque eu havia desaprendido a chorar. Em troca de que? De masculinadade?

As conseqüências de acreditar nessa babaquice foram gigantes e os custos altíssimos. Em 2006, minha memória foi reduzida a quase nada e reinteradamente prejudicada.

Vamos combinar, mesmo sem chorar, masculinadade nunca foi minha característica mais marcante.

Depois de estudar antropologia e vivenciar uma cultura estrangeira, percebi o quanto masculinidade era cultural. Ao me entender como gay, a questão toda foi perdendo importância, me senti livre dos papéis pré-determinados e me contentei a ter comportamento de “homem”, em oposição ao comportamento de moleque, e ser homem dessa forma me bastou. Sim porque tem que ser muito “Homem” e forte para assumir que se é gay publicamente em uma sociedade tão homofóbica como nossa.

Depois disso, um dia vi um homem adulto chorar, ao acordar de um pesadelo, de forma frágil, desprotegida e infantil. Me senti confuso, mas contrariando todo o script que eu havia aprendido, naquilo vi força e verdade. Achei bonito alguém não represar os sentimentos.

Depois, vi muitas vezes homens chorando, pelo mais diversos motivos. Vi um mesmo homem chorar várias vezes e já não via mais nisso qualquer sinal de feminilidade.

No meu aniversário de 2008, ganhei um livro do Saramago. Nele destaquei uma passagem, que resume meu sentimento atual sobre chorar:

''...Todos temos os nossos momentos de fraqueza, ainda o que nos vale é sermos capazes de chorar, o choro muitas vezes é uma salvação, há ocasiões em que morreríamos se não chorássemos, ... "

Esse ano, tudo na mais perfeita normalidade, me lembrei do meu pai, de repente, senti uma lágrima rolar, seguida de inúmeras. Confesso que foi difícil parar, porque havia muita saudade, gratidão e tristeza. (Isso aconteceu muitas vezes e agora mesmo, no dia dos pais, sinto isso.)
Concordei completamente com o Saramago, depois de chorar, eu deixei de morrer e de matar os sentimentos. Quando consegui parar, “milagrosamente”, eu me sentia absurdamente forte. Respirei fundo e segui.

De lá para cá, chorei todas as vezes que sentia vontade. Houve vezes, que até de alegria eu chorei. Acho que 25 anos depois, reaprendi a chorar. Amém!

O Mika diz em uma música que chorar não resolve nada. Eu concordo, choro sem ação não leva a nada.

Recentemente, tentaram, mais uma vez, me convencer que chorar era sinal de feminilidade e fraqueza. Imaginem o tamanho do Foda-se!!!

Chorar é uma estratégia evolutiva, para evitar que o ser humano enlouqueça e possa se adaptar as mais diversas situações.

Se as pessoas aprendessem a chorar de forma mais verdadeira e menos chantagista, seriam bem mais felizes e acredito que haveria menos alcoolismo, depressão, pânico e suicídios, mas a cada um fica a sua verdade.

Então, Garotos, chorem todas as vezes que sentirem vontade. Ainda mais se você for gay, pois não importa o que faça e nem o quanto você tente adotar um comportamento “heterossexual” sempre vão encontrar em você algo para taxar de feminino, afinal de contas no limite você gosta é de homem mesmo!
Manda um FODA-SE bem grande e seja feliz.

domingo, 1 de agosto de 2010

Paradigma do Gay Triste! BrokeBack Mountain! Felicidade = Escolha!

Post giga Grande, mas o assunto não permitiu reduções. É isso que acontece uma pessoa passa por #Reforma, #Alergia e reflexão do seu passado tudo ao mesmo tempo.

Definitivamente, cansei de gente que quer ser infeliz, não tenho talento para isso!

ANNE FRANK, menina judia que viveu boa parte de sua adolescência escondida em um minúsculo sótão fugindo dos Nazi escreveu: " ... Quem for feliz, faça também os outros felizes. Aquele que tem coragem e fé nunca perecerá ... "
Se ela em condições tão adversas consegue ter esse tipo de pensamento, para todos nós é moleza seguir sorrindo.

Minhas andanças, a vida, filmes, peças teatrais, me mostraram o paradigma do Gay Triste.

Ele é sempre demonstrado no cinema e fica claríssimo no filme "Brokeback Mountain" e acontece em muitos outros filmes de temática Gay. O que eu lamento.

Infelizmente, já observei alguma semelhança com a realidade.Em geral, no início do relacionamento os dois rapazes estão até bem felizes e animados, mas em determinado ponto um deles esquece o lado cor-de-rosa e segue para o caminho negro da força.

Nasceu o Gay Triste que dia após dia fica mais aborrecido, emburrado, chato, pessimista, só vê dificuldades e traz pra si a obrigação de tudo resolver.



Em geral, ainda desenvolve um comportamento predatório com o relacionamento, acha que tudo é óbvio e conversar não é uma alternativa. Ira-se muito facilmente, magoa e nunca pede perdão. Começa a cavar o fim do relacionamento para manter-se infeliz.

No outro extremo da relação, aparece o Gay Feliz, que continua encarando a vida com bom humor e esperança, confiante de que de alguma forma as coisas irão se resolver. E assim dessa maneira capenga o relacionamento segue, as vezes por anos.

Paradoxalmente, temos na mesma situação e duas pessoas a vivendo e a sentindo de forma diferente. Uma feliz e outra infeliz.

Arrisco dizer que o Gay Feliz é realmente feliz, porque a felicidade não está na situação em si, mas sim na forma com a encaramos.

Tolstoi diz que quando se ama sempre se é feliz porque a felicidade vive dentro de nós (tradução livre). Pensando nessa perspectiva, eu tenho a certeza que o Gay Feliz é realmente feliz, pois independente da situação a felicidade está dentro dele.

Esse paradigma não é absoluto. É um padrão observei, mas sem qualquer rigor científico.

No caso de "Brokeback Mountain", o relacionamento é indiscutivelmente difícil e com condições externas extremamente adversas.

A chamada que mais gostei desse filme dizia: O amor é a maior força da natureza! Lindo não?

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Os dois se amam (para mim é fato) e estão irremediavelmente separados fisicamente e unidos pelo sentimento maior.

No caso deles, não apenas a distância física os separa (em determinados momentos mais de 2000 km), mas também convenções sociais (casamento, etc) e o ambiente social extremamente hostil para que pudessem assumir algo mais real e público, mas ainda assim eles acabam realizando, de alguma forma, esse sentimento.

Se você nos olharmos a partir desse referência o relacionamento de qualquer um de nós muita moleza. O que são mil quilômetros? O que é uma distância de idade? No mundo de hoje, qual o problema de serem dois homens ou duas mulheres? O que tem se um é vegano e o outro ama churrasco? E se um é protestante e outro da umbanda, judeu, católico ou espírita?

Apesar de todas essas adversidades, o Gay Feliz continua demonstrando estar feliz, não acredito que seja porque para ele as coisas sejam mais fáceis, mas sim porque ele encara a vida de outra forma. O Gay triste segue cada vez mais triste e infeliz.

Se me recordo bem, em duas ocasiões em Brokeback o Gay Triste com um soco tira sangue do gay feliz, na última vez mancha a blusa e ela é a estrela do fim do filme.

O Gay Triste age com essa violência não porque não ame o outro, mas porque o comportamento otimista e a insistência em não desistir do Gay Feliz, o irrita de forma irracional, pois ele só sabe encarar a vida de forma triste e o outro a todo momento mostra um caminho que acredita viável e com um sorriso nos lábios.

Fica a lição de que nem sempre quem te ama, ou diz te amar, vai te tratar como você merece e deve ser tratado, não por ser sádico (em alguns casos deve ser, mas eu insisto em acreditar no ser humano), mas sim porque provavelmente nunca foi amado e não sabe lidar com isso, ou então tenha amado e tenha sido tratado dessa maneira.

Para o Gay triste seria muito mais fácil se o Gay feliz o abandonasse, o traísse, o sacaneasse. Dessa forma, ele poderia o demonizar e se libertar da tentação de ser feliz e pode seguir vivendo seus modelos de tristeza. Sim, porque o que mais o incomoda é o questionamento de seus modelos falidos.



No final do filme, como na esmagadora maioria dos de temática gays, o Gay Feliz morre e o gay triste, de forma muito atrasada, percebe que o amava de verdade, mas que agora é tarde demais e segue sendo triste pelo resto de sua vida.

Eu sempre me questiono o porquê desse paradigma do gay triste no cinema. Que mensagem é enviada de forma hermética ao nosso subconsciente? Ser Gay nunca dá certo?

Porque se você é o Gay Feliz o mundo te massacra e você morre prematuramente no final.

Por outro lado, se o mundo não te massacra você seguirá sendo triste o resto da vida.

É perturbador!!!

Acho que por tudo que eu disse dá até para palpitar que tipo de Gay sou eu. Risos. Não acredito que tenha que haver essa dualidade yin yang. Nem organizo meu presente desta maneira. Acho perfeitamente possivel todos serem felizes.

Faça uma retrospectiva na sua vida. Ela é sempre perfeitinha e agradável? Com certeza não! ela, tem alto e baixo, muito provavelmente mais baixos do que alto. E é assim com a esmagadora maioria das pessoas.

E por que há pessoas visivelmente felizes e outras visivelmente infelizes?

A diferença está em como se vê as situações da sua vida e a partir dai, decide ser feliz ou não. Não existe pílula mágica, segredo, etc. A felicidade não é um Estado de Graça, a felicidade é um conjunto de momento e uma construção diária.

Me afasto de Polianismos, ou da história de Joseph Climberman. Acredito realmente que é possível ser feliz sem alienações ou sequelagem.

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Haverá momentos tristes e difíceis. Encare-os com coragem tente dentro do possível não. Nunca deixe-se dominar.

A maior parte da vida pode ser encarada assim: Como um copo cheio até a metade ou como uma oportunidade.

Gays Felizes, sigam sendo felizes!

Gays Tristes, acordem só se vive uma vez, então tirem o melhor dessa vida. Sua infelicidade só vai atrapalhar a você mesmo. Os gays felizes encontraram gays felizes e viveram felizes para sempre ou morreram tentando E vocês?

Descolando totalmente do contexto do filme e ampliando a um pensamento mais geral, acredito que um fato que ajuda muitos nesses momentos dificeis é ter uma crença e um relacionamento com Deus.

A maioria das pessoas que tem esse tipo de crença usufrui de uma tranquilidade e confiança inexplicável. Não trata-se de se acomodar, muito pelo contrário, faz-se o máximo. Trata-se de reconhecer a grandeza e unipontência de Deus e entregar a decisão final a ele. Em geral, ele enviará sinais e há até quem diga escutar sua voz em sono ou inspirações.